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LOUCO SERÃO

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Angola no caminho do progresso!!

Ministros destacam importância da futura refinaria do Lobito

 
Luanda – O ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, disse hoje, segunda-feira, na cidade do Lobito, província de Benguela, que o lançamento da primeira pedra para a construção da refinaria local constitui um momento singular para o sector.

Falando à imprensa, à margem da cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção da refinaria, pelo vice-presidente, Manuel Vicente, afirmou que o projecto faz falta ao país, “uma vez que somos deficitários em termos de derivados de petróleo”.

Para o governante, o projecto, estruturante com uma base de desenvolvimento para o país, vem dar o sinal que “todos nós esperamos durante algum tempo, para que possamos ser auto-suficientes e com capacidade de exportação para os países vizinhos”.

Por seu turno, o titular da pasta dos Transportes, Augusto Tomás, considerou que a construção da refinaria do Lobito vai ajudar a consolidar e fortalecer o desenvolvimento do corredor que circunda as províncias de Benguela, Huambo, Bié e Moxico.

Destacou os caminhos-de-ferro de Benguela e de Moçamedes, o Porto Comercial do Lobito, as futuras plataformas logísticas portuárias e o centro de carga aérea do Aeroporto Internacional da Catumbela, entre outros projectos.

Para o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, a futura refinaria do Lobito será um pólo de interesse para o sector eléctrico, uma vez que “vamos ter a possibilidade de ter combustível produzido aqui para atender as centrais térmicas projectadas, além da energia que a própria refinaria consumirá.

O projecto, que criará 10 mil postos de trabalho directos e indirectos, ainda durante a fase de construção, está localizado no morro da Quileva, ao longo da linha costeira, a 10 quilómetros da cidade do Lobito.

O mesmo situa-se a 150 metros acima do nível do mar, numa área de 3.805 hectares, no eixo norte-sul do país, e permitirá o abastecimento em derivados do "ouro negro" a todas as províncias e países vizinhos.
 
 
 
Fonte: ANGOP