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LOUCO SERÃO

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O Futuro da Nacao!

Reafirmado enfoque na formação de quadros para assegurar desenvolvimento do país
 
 
Luanda - O Executivo reafirmou, nesta terça-feira, que a aposta para o quinquénio 2012/2017 recai sobre o sector social, focado na formação de quadros, capazes de sustentar e dar continuidade ao processo de desenvolvimento em curso no país

Segundo o vice-presidente da República, Manuel Vicente, que discursava, em Luanda, na cerimónia de abertura do ano lectivo 2013, a aposta incide também na criação de bases no ensino geral, que funcionará como pilar para a formação dos técnicos médios e superiores.

Declarou que Angola tem, na verdade, um crescimento económico que vem contrariando o rumo da economia mundial, o que torna imprescindível a formação massiva de quadros (…) prevendo que tal desenvolvimento contribuirá para uma maior e melhor distribuição do bem-estar social na nação angolana.

Adiantou que o número de salas, para o ensino não universitário, passou de 19 mil e 12, em 2002, para mais de 40 mil, em 2012, e a população estudantil neste período elevou de dois milhões, 565 mil e 542 alunos matriculados para sete milhões, 340 mil e 137, demonstrando o esforço do Executivo para que o ensino chegue a todas aldeias do país.

Sublinhou que com o aumento do número de escola e de alunos o sistema passou a ter 208 mil e 461 professores, contra os 60 mil, de 2002, realçando que as matrículas nas escolas de formação de professores atingiram os 102 mil alunos, em 2012, contra os 32 mil e 461, em 2002.

Manuel Vicente referiu ainda que o Instituto Superior de Ciências de Educação será chamado a exercer papel crucial no âmbito do programa governamental para reforço dos mecanismos de formação de quadro para o ensino, e corresponder a maior qualidade e quantidade de infra-estruturas.

Defendeu ainda maior e contínuo investimento na capacitação do corpo docente nacional, com recurso as instituições internas, bem como a formação no exterior de pós-graduação e doutoramentos na área das ciências da educação.

Informou que como resultado deste investimento o Executivo prevê ampliar a capacidade de produção científica e de transmissão de conhecimentos dos docentes, melhorando assim a qualidade da formação da população estudantil, garantindo a criação de líderes para o futuro.

Afirmou que atenção especial deve ser dada ao ensino especial, permitindo, cada vez mais, um ensino inclusivo, o acompanhamento e apoio as crianças que, por várias razões, necessitam de atenção especial, e por conseguinte, de professores treinados e preparados técnica e profissionalmente.

Deu a conhecer que o Executivo pretende universalizar, durante os próximos cinco anos, a merenda escolar, visando contemplar todos os alunos do ensino primário, sublinhando os resultados positivos já obtidos, consubstanciados na assiduidade, pontualidade e bons resultados académicos.

O vice-presidente referiu que o ano de 2013 deve ser caracterizado pelo reforço da educação patriótica dos alunos, transmitindo-lhes um perfeito conhecimento da história e realidade sócio-política e cultural do país, conforme orientou o Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos.

Disse que a organização e planeamento do ano lectivo 2013 foi meticulosamente preparado pelo Ministério da Educação e seus parceiros, para que o ensino seja, doravante, qualitativa e quantitativamente melhor, fazendo inclusive alusão a melhores condições bibliográficas e didácticas, bem assim a capacitação e especialização do pessoal docente.

Apelou aos pais e encarregados de educação para um maior envolvimento na vida escolar dos filhos, para diminuir-se o abandono escolar, e cooperar com os professores para criação de uma sociedade sadia, com maiores valores morais e cívicos.

Para Manuel Vicente, “a escola é uma extensão da formação de qualquer indivíduo, tendo os pais um papel chave na educação de cada educando”.

Aos jovens pediu que considerem a educação como um dever patriótico, cujo cumprimento lhes permitirá prepararem-se para traçar as linhas mestras do seu destino, permitindo que os esforços do Executivo de criar um país democrático e com direitos iguais não seja em vão, assim como o respeito ao próximo, aos colegas e aos professores.

Falou também da necessidade do reforço da segurança nas escolas e áreas circundantes, garantida pelos órgãos competentes para que haja normalidade na gestão da vida escolar.
 
 
 
Fonte: ANGOP