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LOUCO SERÃO

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Secretário de Estado aponta caminhos para correcta gestão dos recursos humanos
 
 
 
Huambo – O secretário de Estado para os assuntos institucionais, Adão de Almeida, disse hoje, na província do Huambo, que gerir os recursos humanos tem de ser muito mais do que controlar a assiduidade e a pontualidade dos funcionários, marcar faltas e abrir processos disciplinares.
 
 
Falando na abertura da II Reunião Metodológica da Direcção Nacional de Recursos Humanos da Administração Local, o responsável fundamentou que a gestão deve envolver a programação e planificação, a capacidade de conhecer o perfil dos quadros, assim como colocar cada um no seu devido lugar.
 
 
Uma gestão eficiente dos recursos humanos, de acordo com Adão de Almeida, deve igualmente formatar um modelo de funcionário voltado para a resolução dos principais problemas que surgem.
 
 
“O funcionário de que a Administração Local precisa não é aquele que se limita a evocar razões e desculpas, mas o que tem vontade, dinâmica, espírito de iniciativa e, porque não, patriotismo”, sugeriu.
 
 
Por isso, afirmou que o lema escolhido para a reunião, “recursos humanos capacitados, administração local forte e eficiente”, é o mais adequado e pertinente.
 
 
Advogou que a formação e capacitação contínuas devem, definitivamente, entrar na instituição defina o perfil formativo dos quadros, em função dos desafios que tem, e programe anualmente meios financeiros para a formação dos funcionários.
 
 
“É importante que cada funcionário compreenda que da sua superação contínua depende a qualidade do serviço que presta”, alertou.
 
 
Responsáveis dos recursos humanos da administração local idos de todas as províncias vão abordar, durante dois dias, entre outras, matérias ligadas ao acesso à função pública, mobilidade e transferência de quadros, promoções, nomeações, exonerações e pagamentos salariais em categorias impróprias, retenção de quadros na administração pública, formação/capacitação de quadros da administração local, assim como análise da legislação que rege este seguimento.
 
 
 
Fonte: ANGOP