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LOUCO SERÃO

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Temos futuro!

Angolanos optimistas quanto ao futuro no continente
 
 
 
Estudo da McKinsey revela que mais de 70% dos angolanos acredita que o seu nível de vida vai melhorar nos próximos dois anos. O optimismo africano está a tornar as famílias do continente consumidores tão valiosos como os da China ou Índia.

Com uma das populações mais jovens do mundo e onde o rendimento médio das famílias duplicou nos últimos dez anos, os angolanos são dos povos mais optimistas face ao futuro em África.

Apesar do desemprego, desigualdade e pobreza ainda existentes no país, Angola está a tornar-se também cada vez mais urbana e dotada de uma crescente classe moderna e consumidora. Um grupo que está a contribuir não só para a diversificação da economia como a aumentar o optimismo da população.

Segundo um estudo da consultoria norte-americana McKinsey, 71% dos angolanos acredita que o seu nível de vida vai subir nos próximos dois anos. O optimismo angolano é partilhado por alguns dos seu parceiros subsaarianos como a Nigéria e Gana, sendo este último provavelmente a nação mais confiante do mundo onde 97% da população diz que a vida irá melhorar até 2014. O optimismo das famílias angolanas contrasta com as de outros países africanos. Em Marrocos e Egipto, por exemplo, apenas 12% e 23% das famílias respectivamente, esperam estar melhor dentro de dois anos do que hoje. O relatório da McKinsey envolveu mais de 13 mil inquiridos em dez dos 53 maiores países de África e responsáveis por 81% do consumo interno do continente.

Desfazer mitos

Naquele que diz ser um dos primeiros estudos de fundo sobre o consumidor africano, a consultora salienta que as suas conclusões desmontam alguns dos mitos sobre a economia e a sociedade africana do séc. XXI. Em Angola e no resto da África subsaariana, a população é “excepcionalmente optimista” e mais de metade dos habitantes das zonas urbanas é utilizador regular da internet – uma taxa que iguala a da China ou Índia. Na hora de consumir, estes exigem produtos de qualidade e possuem um forte conhecimento das marcas e de lojas. África como um depósito de produtos de segunda categoria ou colecções antigas é passado, diz o relatório.

Angola é um dos maiores exemplos deste boom de optimismo da região Sul de África onde a juventude da população e da sua classe trabalhadora são os principais trunfos e um verdadeiro seguro para o futuro, diz o documento.
O país detém uma média de idades de 17,7 anos, umas das mais baixas em todo o mundo e que contrasta com a média de 28,6 anos existente nos países emergentes e 39,6 anos das economias mais desenvolvidas, de acordo com dados das Nações Unidas.
 
 
 
Fonte: Semanario Sol