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LOUCO SERÃO

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Governo consolida primeiro plano de desenvolvimento 2013/2017
 


O Executivo decidiu consolidar a estratégia de desenvolvimento, com a implementação do seu primeiro Plano Nacional de Crescimento 2013/2017, com base na Constituição de 2010 e no resultado das eleições livres, democráticas realizadas em Agosto 2012, afirmou hoje, em Luanda, o ministro da Economia, Abrahão Gourgel, no Fórum Angola/Bélgica.
 
 
Disse que o primeiro Plano Nacional de Crescimento 2013/2017, de médio prazo, contém um conjunto de políticas públicas de progresso em direcção aos objectivos preconizados nas estratégias nacionais de desenvolvimento de longo prazo, conhecida como Angola 20/25.
 
Segundo o ministro, este plano constitui um objectivo e garantia dos pressupostos básicos do desenvolvimento, consubstanciado na estabilidade macroeconómica, recuperação das infra-estruturas, desenvolvimento do sector privado, vista a aumentar os investimentos, emprego, a produtividade e a inserção competitiva de Angola no contexto internacional.
 
“A gestão eficaz e persistente das políticas macroeconómicas de preservação da estabilidade e execução de um programa amplo de investimento público, com auxílio eventual de parcerias público- privada são alguns dos instrumentos de que dispomos para a garantia do primeiro objectivo citado”, considerou.
 
Aclarou aos empresários belgas que Angola é a terceira economia da África Subsariana, segundo maior produtor de petróleo da região, quarto maior produtor mundial de diamantes.
 
Disse que a política económica de Angola assenta fundamentalmente na diversificação da economia nacional.
 
Sublinhou que uma economia sustentável exige políticas económicas consistentes e previsíveis, que possam suavizar as variações bruscas nos agregados dos produtos e preços, logo a diversificação da produção, das exportações e a criação de um clima de negócios melhor para maior participação das micro, pequenas e médias empresas é para Angola incontornável.
 
Considerou que a diversificação da economia nacional tem como base o desenvolvimento do sector privado, com ênfase no aproveitamento das vantagens comparativas de custos competitivas, nomeadamente a substituição das importações e a promoção de exportação.
 
Segundo o ministro, Angola ainda importa cerca de 40 porcento dos produtos e serviços, no qual o Estado está a conceder alguma protecção na produção interna, através de uma política comercial estratégica, como o fomento empresarial que constitui a principal missão do Ministério da Economia.
 
Entre as políticas, apontou as de apoio às pequenas e médias empresas nacionais e aos pequenos negócios individuais, assim como as políticas de incentivo à formação de grandes grupos empresariais de sectores estratégicos da economia, de empreendedorismo e da produção nacional, com a marca feito em Angola.
 
Informou que recentemente o Governo decidiu conceder incentivos especiais à transferência para Angola de empresas, nomeadamente na indústria transformadora, agricultura e serviços produtivos.
 
 
 
Fonte: ANGOP