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LOUCO SERÃO

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Angola: Mais de 90 mil portadores de deficiência beneficiam de assistência social





Noventa e cinco mil pessoas pessoas com deficiência beneficiam no país de assistência social do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS), no quadro de um programa deste departamento ministerial que visa a melhoria das condições de vida dessa população vulnerável.
Em declarações hoje, terça-feira, à Angop, o Director Nacional de Integração da Pessoa com Deficiência, André Nzinga, disse que o Minars fornece meios para melhorar as condições de habitabilidade das pessoas com deficiência, nomeadamente, chapas de zinco, bens alimentares e roupa usada.
Consta igualmente dos programas de apoio social a entrega, de forma gratuita, de meios de locomoção, tais como, cadeiras de rodas, triclos motorizadas, muletas e outros.
Disse ainda que o Ministério está a trabalhar na actualização técnica dos dados destes por forma a possibilitar ajuda técnica, nomeadamente em meios de locomoção.
No domínio do emprego, frisou estar em curso acções de sensibilização a empregadores para que possam absorver também pessoas com deficiência nas empresas.
O responsável apontou como dificuldade da instituição que dirige, as barreiras fisica e arquitéctonica que estes enfrentam, mas também as sociais, o que tem dificultado a sua inclusão.
“ Preocupa-nos bastante não termos ainda lingua gestual aprovada e, por consequência, não poder ser ainda utilizada nos órgãos de comunicação social, mais concretamente na televisão”, lamentou.
O director nacional apontou, contudo, como um dos motivos que leva para absorção do número reduzido de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, a falta de qualificação técnico-profissional de muitos dos deficientes.
“ Na sua maioria não tem qualificação para concorrer no mercado de trabalho em igualdade de circunstâncias e foi se observando assim o fenómeno de subalternização da empregabilidade da pessoa com deficiência”, esclareceu André Nzinga.
Apesar disso, mostrou-se confiante na mudança do quadro, já que se observa actualmente muitas pessoas com deficiência com formação superior, e que vão dando o seu contributo ao desenvolvimento em vários ramos do saber.
Disse acreditar ainda que nos próximos anos haja mais pessoas com deficiência qualificadas.
Fonte: ANGOP